Rio Galo

Padroeira: Nossa Senhora Assunta ao Céu

Data da Fundação: 1948

Início da Construção da igreja: 26 de novembro de 1948

Na comunidade existe: 52 Famílias, 02 Grupos de Família, 09 Pastorais/serviços organizados
Início da Construção da igreja: Segundo relatos foram construídas 3 (três) capelas/igrejas na comunidade. Sendo que as duas primeiras eram de madeira e foram construídas no terreno da família Possamai Della.

Construção da atual igreja Conforme registro no Livro Tombo nº 02 do então Distrito de Urussanga: “26/11/1948 – Apresentam - se hoje na casa paroquial diversos componentes do Rio Galo e Rio Comprudente solicitando instruções de como se apresentarem ao Arcebispo Metropolitano para apresentar suas razões na atual pendência da capela de Santa Luzia (demolida) e de Nossa Senhora da Glória passada para Cocal, apesar do protesto como dizem os moradores de ambas as margens do rio”. Houve protesto na época, pois, segundo moradores da comunidade, a atual igreja deveria ser construída no terreno que pertencia a Urussanga, inclusive eles contam que já havia material de construção para iniciar a obra no local (Santa Luzia - Urussanga), como não houve acerto entre os padres: Cônego João Dominoni (Cocal) e Pe. Agenor Neves Marques (Urussanga), foram construídas as duas igrejas, do Rio Galo e Santa Luzia. A atual igreja foi construída entre 1950/1955, no terreno das Famílias Fontanella e Sartor. 
Primeiras famílias / colonizaram: Sartor, Possamai Della, Guollo, Cechinel (na época conhecido como Rosseti).

Morador(a) mais velho: Olga Crema Sartor.

Casais mais velhos: Severo Saccon e Silvina Peruchi Saccon – Gílio Rosso e Adélia Rosso.

Como surgiu a Comunidade / localidade: Foi atribuído este apelido à comunidade de Rio Galo, porque o local serviu de acampamento dos funcionários do DR – Departamento de Estradas de Santa Catarina, que acampados à margem do rio que serve de divisa natural entre Urussanga e Cocal, eram acordados pelo canto de um galo que chamava a atenção de todos, principalmente dos funcionários que trabalhavam na abertura da estrada e também dos moradores do local. Assim, em homenagem ao galo de canto forte e pontual, o apelido caiu nas graças dos moradores locais e até hoje a localidade é assim conhecida. Infelizmente, não se tem notícias a que família pertencia a ave que acordava o acampamento todas as manhãs. Segundo relatos a escolha da padroeira deu-se pela devoção dos imigrantes que vieram da Itália. A imagem foi trazida pelos imigrantes da Itália e a atual não há registro de onde veio.

A Celebração da Palavra (culto) acontece: Sábados às 19h.