Linha Ferreira Pontes

O surgimento da Igreja Capela deve-se em primeiro lugar à Domingos Possamai Della, filho de Elias Possamai Della, o qual residia em uma humilde casa, na estrada geral do bairro de Linha Ferreira Pontes, que naquele momento era um pequeno distrito da cidade de Urussanga, em Santa Catarina.

Quando Domingos, que naquela ocasião estava com seus 18 anos, começou a trabalhar na ativa Mina Monte Negro, localizada em Siderópolis, antiga Nova Belluno. Acabou por sofrer um imprevisto em 1958, que provocou seu falecimento no primeiro dia de seu novo trabalho. Logo após o acontecido, Elias promete a Deus construir uma Igreja aqui na comunidade, caso recebesse a indenização por parte da mina, a fim de homenagear seu filho Domingos. O qual teria como santo padroeiro “São Defende”, por ser o seu santo de devoção. Esta promessa seguia-se como prometido ao receber a indenização da morte de seu filho, passado seis anos.

A realização da efetiva construção da Igreja Capela começou com o dilema de onde há construir? Que local seria mais apropriado? E após avaliação da topografia, a qual se constituiu um infortúnio. Eis que Elias resolve requisitar a possibilidade de que sua vizinha e também parenta pudesse-lhes doar uma pequena porção de sua terra para a efetivação de sua promessa, ao qual de imediato lhe foi solicita. Pois o fato da construção de uma Capela na comunidade, também era há muito tempo um sonho e desejo para Rosina Piva Possamai Della.

O próximo impasse foi à aquisição dos materiais para a construção da Igreja Capela, este sendo rapidamente resolvido, tendo Elias sabido da existência de uma pequena Capela de madeira, no Bairro São Simão em Criciúma estar sendo reformada e desmanchada. Desta forma, aquela Igreja foi comprada, desmanchada e alocada ao local como combinado por seu Elias e dona Rosina, então proprietária do terreno. Sendo transportada pelo Sr. Mário Rosso, único morador da comunidade que possuía um caminhão, na época.

No mês de maio em 1964 o então Pároco e Cônego João Dominoni realizou uma celebração com a Benção da Pedra Fundamental. Pedra sobre o qual foi edificada a primeira Igreja Capela em Linha Ferreira Pontes.  A Igreja foi alocada com sucesso e através da ajuda voluntaria de toda a comunidade que se mobilizou com a atitude de Elias em ter um templo onde pudesse nos dias dedicado ao Senhor Jesus se reunir para Glorificar e Louvar a Deus.

Assim, em poucos meses a Igreja Capela se encontrava com seu altar-mor pronto para sustentar o santo padroeiro, (este muito bonito e ao estilo barroco do século XIX, construído em 1948 e inaugurado junto com a primeira Capela de São Simão, em Criciúma). Paredes, telhado, chão e toda estrutura física pronta, faltavam-lhes ainda que as imagens, os santos e que os utensílios litúrgicos e eucarísticos fossem adquiridos. Como prometido Elias direcionou-se a comprar o santo padroeiro que como já citado anteriormente seria São Defende, mas por impossibilidade de adquiri-lo em função da dificuldade de encontrar a imagem do referido santo, depois de alguns meses deliberou em homenagear seu falecido filho com o santo “São Domingos de Gusmão”.

A primeira imagem que a Igreja Capela recebeu, foi à imagem de São Sebastião, doado pelo Sr. Quintino Denoni, através de uma promessa (....);

A segunda imagem recebida foi o Sagrado Coração de Jesus, comprado por Elias, mas doado por Sr. Defendi Possamai Della (....);

A terceira imagem recebida foi o então São Domingos de Gusmão, doado por Elias Possamai Della (....);

A quarta imagem recebida foi a de Nossa Senhora do Rosário de Fátima, doada pela Sra: Rosina Piva Possamai Della (....);

A quinta imagem recebida foi a de Nossa Senhora Auxiliadora, a qual foi doada pelo Padre e Cônego João Dominoni, então pároco, através da Sra. Albertina Burígo, que realmente efetivou a doação. Imagem essa que durante anos esteve na casa paroquial (...);

A sexta imagem recebida foi a de Nossa Senhora Aparecida, doada pelo Sr. Desidério Dacoreji (....);

Após a conclusão da construção da Capela, foi colocado no lado esquerdo e ao fundo do pátio um pequeno sino de bronze destinado a chamar os fies a fim de dar inicio as celebrações. O mesmo era fixado por esteio de madeira, acionado por uma corda e se encontrava a mais ou menos três metros de altura.

A primeira missa foi um grande marco a toda a comunidade sendo presenciada no dia primeiro de novembro de 1964 com grande festividade, já que era um momento especial para a Paróquia de Nossa Senhora da Natividade, pois estava celebrando as chamadas “missões”, ainda mais especial, pois contava com a presença de três missionários capuchinhos. Um deles era frei Eliseu. Nesta ocasião os missionários capuchinhos ficaram aqui na comunidade durante uma semana, hospedados na casa de Elias Possamai Della. Durante esses sete dias havia na Igreja Capela duas missas todos os dias. Uma de manhã e outra a noite. Naquela época não havia energia elétrica, as missas eram rezadas a luz de velas e de um grande lampião que ficava pendurado no teto com correntes em meio a Capela. Nesta missa, a comunidade recebeu visitantes de várias localidades do município, estes vinham a pé, cortando atalhos por entre plantações e roças dos moradores. Para finalizar a passagem da missão, os missionários capuchinhos, em sua ultima celebração realizada na Igreja Capela, mandaram construir uma cruz de madeira, esculpida com inscrições da Bíblia. Na presente ocasião a cruz foi alocada em frente à Capela e através de uma solene celebração foi benta,

 simbolizando sua passagem pela comunidade. (Cruz esta, que esteve presente em frente à Capela até 2007).

Em 1965, após alguns meses de inauguração da Igreja Capela, Frederico Kanarek morador da comunidade plantou em frente à Capela uma pequena figueira. Afirmando entre os moradores que esta iria fazer uma grande sombra.

As missas que o Padre e Cônego João Dominoni realizaram na Igreja Capela desde sua inauguração até seu falecimento a 29 de janeiro de 1974 eram em latim, virada de frente para o Altar Mor, de costas para a assembleia.  Na época não havia a mesa do sacrifício ou mesa do padre. O que delimitava era uma espécie de “cerca” de uma lateral a outra deixando um espaço aberto para o corredor central. Só quem ficava em frente ao altar era o padre e o seu assistente (coroinha ou ajudante). Na hora de comungar formavam-se apenas duas filas dispostas lateralmente, ou seja, um do lado do outro de joelhos, ao longo de toda a cerca e a outra fila ficava atrás da primeira também de joelhos. O Padre dava comunhão na boca e seu assistente segurava a Patena debaixo do queixo a fim de evitar que a Hóstia Consagrada pusesse cair. Quando todos da primeira fila tinham recebido a Sagrada Comunhão, todos se levantavam, e ajoelhavam-se novamente sobre um joelho e saiam em fila. Quando todos tivessem saído à fila que estava atrás vinha para frente e no local desta formava-se a terceira fila e assim por diante até todos terem comungado. Nessa época todas as mulheres casadas usavam o véu preto e as solteiras branco. Se a Missa fosse de manha, a partir da meia noite não podia colocar nada na boca, somente água. Se a Missa fosse a tarde a partir do meio dia também não se colocava nada na boca a não ser água. Importante lembrar que nesse tempo era extremamente raro missas à noite, devido à falta de eletricidade. Uma das características marcante da época, é que o Altar Mor era enfeitado com vários candelabros, todas as velas acesas, e também várias pequenas arranjos de flores. Quando terminava a Santa Missa, sempre o Padre Dominoni era convidado a ir tomar café na residência de Dona Rosina ou a mesma trazia o café até a Capela. E em seguida o Sr. Defendi o levava até a Igreja Matriz de Cocal do Sul de camionete.

A primeira festa que a Igreja Capela fez foi em louvor a São Sebastião no mês de janeiro em 1965, mês esse dedicado ao referido santo. Nesta época, Elias ainda estava à procura de São Defende, por tanto a Capela ainda não tinha o santo padroeiro. Essa primeira festa foi marcada pela realização de uma novena, ou seja, durante nove dias seguidos havia na Igreja Capela missa e logo após janta. Os principais responsáveis pela organização e coordenação da parte recreativa da festa eram Elias e Roberto Menegon, e quanto ao preparo da Igreja Capela cabia a Salute Amabile

Possamai Della e a Angelina Darolt Rosso. Onde todas as toalhas da Capela eram lavadas, passadas e engomadas com ferro a brasa, periodicamente. Naquela época, havia um simples “barracão” de madeira, na propriedade de Elias, que servia de cozinha e bar. A janta em si ocorria especialmente no pátio da Capela e nos gramados dos vizinhos, debaixo de laranjeiras em almoços aos domingos. A iluminação do “barraco” era feita por velas e um lampião preso ao teto. Tinha-se por costume servir churrascos, bebidas, pão, salada e galinhas assadas. Estas eram doadas pela comunidade local e vizinhas. Valem lembrar, que as galinhas eram recolhidas semanas antes da festa, e só seriam abatidas nas vésperas da festa. Todo esse trabalho de preparo era feito por: Angelina Darolt Rosso, Ana Eugênia Rosso Possamai Della, Dorvalina Scarmagnani Possamai Della, Otília Possamai Della Rosso, Salute Amábile Possamai Della, Santina Aurora Possamai Della e outros moradores. O pré-cozimento e a farofa era feito na residência de Dona Eugênia e depois distribuída entre os moradores da comunidade para serem assadas em forno à lenha. Essas galinhas assadas eram colocadas na roleta durante os dias de semana. As que seriam colocados no Domingo da festa eram preparados pela comunidade, mas assada em Cocal, na padaria. Quem fazia esse trabalho de transporte era Defende Possamai Della. Eram normais grupos de pessoas saírem às ruas semanas antes da festa para recolherem prendas, a fim de serem vendidas durante a festa.

Durante a caminhada da Capela de São Domingos, foram disponibilizadas as crianças e aos jovens moradores da comunidade a catequese para primeira comunhão. A mesma era realizada na Capela geralmente nos finais de semana no período da tarde. A primeira catequista foi à senhora Angelina Darolt Rosso. Seguida depois por: Salute Amábile Possamai Della, Santina Aurora Possamai Della e Otília Possamai Della Rosso. Consequentemente, depois do tempo de estudos, a primeira comunhão ocorria na Igreja Capela em uma Missa Solene para tal ocasião.  

Após o casamento de Salute Amabile em 1969, e sua saída da comunidade, Otília ficou responsável pela organização e funcionamento das atividades ligadas a Capela e as suas pastorais.

Muitas missas posteriormente foram realizadas, sendo assim a presença de assistentes (coroinha) tornaram-se importantes, dentre estes podemos destacar Rui Possamai Della que por quase uma década se dedicou a esta tarefa. Vale lembra que este foi o único coroinha que a Igreja Capela teve, este durante o “mandato” do Pe. Lindolfo Luekmann. Rui iniciou seu trabalho em 1979, aos doze anos de idade e só finalizou em 1987, aos vinte.

Em meados 1986 foi desmanchada a Igreja Capela de madeira e iniciou-se a edificação da atual Igreja Capela. Esta de material e mais ampla. Internamente o Altar Mor, o Altar do Sacrifício

bancos e outros móveis seriam os mesmos. Porem as tabuas da antiga Capela foi usado para a construção de um salão de festas, este maior do que o primeiro construído. Neste mesmo ano, foi feito no domingo à tarde, da festa de São Domingos uma grande domingueira, onde encheu o salão. Este local servia também, para a pratica de jogos de cartas pelos moradores e para visita médica em algumas ocasiões, já que na época as consultas eram só em Urussanga.

As posteriores festas foram igualmente surgindo, nestas destacamos a presença dos então festeiros, moradores da comunidade que voluntariamente trabalhavam na elaboração destas. Comemorava-se até 1993 festas dedicadas a São Sebastião/Nossa Senhora do Rosário de Fátima e São Domingos, nos respectivos meses de Março e Agosto de acordo com as datas referidas pelo calendário dos Santos da Igreja Católica.

Ao longo do tempo foi surgindo à necessidade de organização para que se pudessem realizar missas, cultos, festas, novenas, desta maneira foi surgindo o primeiro CAEP (Comissão para Assuntos Econômicos da Paróquia), equipe escolhida pelos moradores e Pároco.

Algum tempo depois foi resolvida juntamente com a comunidade a construção do terceiro “Salão Comunitário” (salão antigo). Este seria de material e muito útil, já que reuniões e festas pudessem ocorrer em um local apropriado. Sua construção foi feita entre o salão de madeira e a atual Capela e entre os dois salões foram construídos uma cancha de boxa, para pratica de tal esporte entre os moradores.

Em 1996 foi trazida a Igreja Capela a presença real e constante de Jesus eucarístico. Este fica protegido e guardado no Sacrário, junto ao Altar Mor. Com este fato, tornousse necessário à presença da instituição dos primeiros Ministros da Sagrada Comunhão que foram a Sra. Otília Possamai Della Rosso e a Sra. Lúcia Biz Candiotto que conforme as normas dirigidas pela Diocese de Tubarão executaram tal cargo durante três anos.

Neste período, através dos representantes do então CAEP foi iniciada a construção do atual Salão de festas, com uma melhor infraestrutura (espaço mais amplo) para albergar a crescente extensão de pessoas que passaram a frequentar as festas em honra aos citados santos e em outras ocasiões.

Durante os nove anos de exercícios do Padre Onécimo Alberton de 1992 a 2001 as festas da Igreja Capela eram em sua maioria marcadas por carreatas e procissões. Onde a imagem de São Domingos e São Sebastião era transladada até a Capela no dia das festas, geralmente no sábado à noite. Eram comuns os moradores da comunidade enfeitar em frente a suas residências com velas e balões para a passagem da procissão. Na ocasião era solto muitos fogos de artifício. Junto ao santo,

 vinham os devotos em carreata, prestigiar a Santa Missa. Enquanto outra parcela da comunidade aguardava na Capela.

No decorrer dos anos algumas mudanças foram ocorrendo principalmente nas datas e quantidades de festas que passaram a ser realizadas anualmente. Inicialmente eram duas festas, uma de São Domingos e outra de São Sebastião. A primeira, realizada no mês de agosto, já que o dia deste santo é 8 de agosto, o que acaba também por coincidir muitas vezes com a comemoração do dias dos pais. A segunda realizada geralmente no mês de março, apesar do dia de festejo ser 20 de janeiro, o qual se constituía uma data inapropriada pelos moradores por coincidir com a época de férias. A partir de 2006 as comemorações passaram a ser restritas a uma única festividade anual, sendo então mantida a tradicional festa de São Sebastião. Muitos fatores contribuíram para a tomada desta decisão, destacando-se que em agosto por ser inverno, dia dos pais e um mês festivo em Urussanga com a festa do vinho e “ritorno alle origini”. Alem de a comunidade ser pequena, diminui a probabilidade de pessoas a que vem prestigiarem a festa... Contudo, é claro, a comemoração de São Domingos nunca deixou de acontecer, porém sendo restrita a uma missa solene a comunidade. Um grande atrativo da festa de março passou a ser a tradicional tainha assada, servida com polenta feita pelos moradores da comunidade, alternativa alimentar proposta por alguns membros do CAEP. Isso foi fundamentado pela data comemorativa cair em todas as ocasiões no período de quaresma, este marcado por jejuns e abstinência de carne vermelha, o que de certa forma passou a ser uma alternativa ao habitual churrasco.

A montagem de um “Grupo de Zeladoras” se fez necessário, onde durante um mês completo duas famílias se responsabilizam pela limpeza, ornamentação e abertura da Igreja Capela, através de um trabalho voluntário.

Ao longo de todos esses anos muitos moradores entraram para o chamado Apostolado da Oração, onde toda a primeira sexta feira de cada mês. Ocorre uma celebração com orações em louvor ao Sagrado Coração de Jesus. Os membros do Apostolado devem a cada encontro trazer a fita com a medalha do Sagrado Coração de Jesus, símbolo de fé e oração.

Em 2006, a comunidade de Linha Ferreira Pontes, assim como toda a paróquia de Nossa Senhora da Natividade, sob jurisdição do Pe. José Aires de Souza Pereira participou das chamadas Santas Missões Populares, que portava como lema: Povo Evangelizando Povo. Esta marcada por uma semana de orações, encontros, carreatas e visita de sacerdotes as residências da comunidade para Benção da Casa. Durante tal semana as portas da Igreja Capela eram abertas às seis horas da

manhã, para oração. Nesse momento eram soltos fogos de artifício em todas as Igrejas Capelas da paróquia em sinal de união. Uns dos grandes símbolos das Santas Missões Populares foram às tochas, que eram acesas durante as missas, os cultos e as celebrações de 2005, 2006 e 2007. E a noite durante toda a semana havia missa com diferentes padres. O termino das missões culminou na edificação de uma cruz em frente à Igreja Capela, marco importante da manifestação. Assim substituindo a antiga cruz inaugurada em 1964.

Grupos de famílias também foram sendo elaborados ao longo dos anos, através da coordenação de diferentes pessoas, este com objetivos de reuniões familiares para discussões de temas propostos pela diocese. E de certa forma ligados a promover a união de toda a comunidade.

Além disso, mensalmente temos a passagem da imagem da mãe Peregrina nas casas de todas as residências do bairro, que seguem o Catolicismo, costume seguido até os dias de hoje e iniciado na década de 1990.  Sua visita dura aproximadamente um dia e uma noite. A imagem vem acompanhada por um livro de orações, um vaso de flores e um rosário.

Uma equipe de liturgia foi igualmente estruturada, esta composta de indivíduos dispostos a fazerem leituras orante da Bíblia, lecionário e comentários no decorrer das missas, celebrações e novenas.

Em agosto de 2009, houve a implantação da missa do dizimo mensal, onde todo o quarto domingo de cada mês, os dizimistas da comunidade se reúnem 09h30min para levam sua oferta a Igreja Capela. Até antes desta data a coleta era anualmente e sua responsável Angelina Darolt Rosso.

Em 2011, com o Pároco Pe. Eloir Rogério Borges do Nascimento e o Vigário Pe. José Cipriano (Padre Zezinho) a comunidade participou do 1º Cerco de Jericó, com uma carreata por todas as comunidades de Cocal do Sul. Na ocasião foi colocada a imagem de São Domingos de Gusmão em frente à porta principal da Igreja Capela. Grande parte da comunidade se fazia presente, e a mesma aguardava a carreata e a chegada de Jesus Eucarístico. Jesus chegou à cima de um trio elétrico acompanhado por muitos carros.

Em 11 de agosto de 2012, as 13:00 horas, a comunidade de Linha Ferreira Pontes abriu o 2º Cerco de Jericó, com uma missa solene e campal em frente à Capela. Na ocasião, foi erguida uma tenda de baixo da figueira e em frente à Capela, onde foi rezada a missa de abertura. Em seguida, iniciou-se uma carreata por todas as comunidades de Cocal, levando Jesus Eucarístico, em um trio elétrico.

No dia 8 de setembro de 2012, dia de Nossa Senhora da Natividade houve na Igreja Matriz de Cocal de Sul a posse dos Ministros Extraordinários da Sagrada Comunhão. A Capela de São Domingos pela primeira vez teve quatro ministros: Alda Inês Rosso, Erik Possamai Della, Maria Albertina de Bona Possamai Della e Otília Possamai Della Rosso, estes executarão o cargo até 2016.

A Festa das Tendas ocorreu no dia 09 de dezembro de 2012, no CTG Tio Milo em Linha Ferreira Pontes – Cocal do Sul, com inicio as 8:00 horas da manhã. Na ocasião havia uma tenda central, destinada a abrigar a população e cada comunidade construiu a sua tenda menor em torno da mesma. O objetivo da festa era reunir todas as pessoas que trabalhavam de forma direta e indireta na paróquia de Nossa Senhora da Natividade, para juntos partilharmos de uma grande confraternização. Cada comunidade era responsável por trazer o seu Santo Padroeiro e fazer um prato, ali mesmo para o almoço. Nossa comunidade ficou responsável por fazer uma grande sopa. Feita pelos integrantes do CAEP, juntamente com colaboradores, como: Claudino Possamai, Fátima Búrigo, Luzia Mariot, Maria Albertina de Bona Possamai Della, Rosinete Possamai e outros. Na ocasião, São Domingos de Gusmão foi transladado da Igreja Capela ao CTG por Rui Possamai Della. A abertura da festa foi com uma Missa Solene realizada pelo Padre Eloir Rogério Borges do Nascimento, no inicio da missa houve a procissão de entrada e apresentação de cada comunidade e seu Santo padroeiro. São Domingos entrou carregado por: Ademir Casagrande, José Carlos Maganim, Valdecir Checheto e Rui Possamai Della. Nesta data grande parte da Comunidade se fazia presente. Entre os Ministros da Sagrada Comunhão, da comunidade estava a serviço Erik Possamai Della e Alda Inês Rosso.  Ao meio dia foi servido o almoço e a tarde, várias apresentações de dança e música ao vivo.

Em 2012, 2013 e 2014, a Capela de São Domingos recebeu na maioria dos finais de semana a presença de Movimentos da Igreja Católica destinados a ajudar nas Santas Celebrações do culto dominical. Entre eles: Movimento Familiar Cristão, Movimento de Irmãos, Irmãs Adoradoras da Misericórdia, Legião de Maria, seminarista Daniel, e os Ministros da Palavra: Acácio, Mauricio, Zuleide Maximiliano e outros.